
Galera a origem de Anjos do Sol remonta ao fim da década de 1980, quando Rudi Lagemann, conhecido também pelo apelido Foguinho, atuava como assistente de direção com mais de vinte longas-metragens no currículo, trabalhando com cineastas como Ruy Guerra, Lauro Escorel e Carlos Diegues. Em busca de um tema para sua estréia na direção de longas, Rudi se deparou com uma reportagem publicada na revista Veja, que investigava a realidade do tráfico de bebês brasileiros para a Europa no final da década de 80. "Venho de uma geração muito contestadora, com um forte desejo de modificar a realidade", diz Rudi. "Sempre me interessei por um cinema voltado para temas sociais, para algo que incomode o espectador e o faça pensar. Esta opção estava clara desde o início do projeto".
À medida que Rudi fazia um levantamento dos textos disponíveis sobre o assunto, o tema do tráfico de mulheres, conduzidas à Europa para servir em regime de escravidão branca a redes internacionais de prostituição, passou a dominar sua pesquisa. Logo em seguida, o surgimento e a popularização da Internet atraí sua atenção para o tema da pedofilia e da prostituição infantil. Uma matéria em especial, publicada na imprensa em meados dos anos 90, surtiu um forte impacto: "Havia essa menina que vivia em uma cidade do interior de Pernambuco, cujo apelido era '50 centavos', porque era o preço pelo qual ela vendia seu corpo para sobreviiver. Foi ali que veio a idéia: "Esse é o filme. Quero contar a história dessa menina ".
Rudi contratou então uma historiadora, Adriana Cursino, para lhe auxiliar na condução da pesquisa, realizando um vasto levantamento de textos sobre o assunto em bibliotecas e arquivos, consultando jornais e publicações de ONGs dedicadas ao combate do trabalho infantil. Entre as muitas fontes consultadas,
uma delas se destacou: uma série de reportagens publicadas na Folha de S. Paulo, de autoria do jornalista Gilberto Dimenstein, que posteriormente seriam organizadas e publicadas no livro Meninas da Noite. "O livro fornecia dados importantes, e deu a idéia de que essa realidade não era exclusiva do litoral, das
cidades mais desenvolvidas", recorda Rudi. "Aquilo também acontecia na selva, no garimpo, no mundo sertanejo. Foi então que tive a idéia de contar a história dessa menina que atravessasse o Brasil, percorrendo as rotas de tráfico de meninas no país".
Foram nove anos de pesquisa, ao longo dos quais o projeto foi sofrendo uma série de modificações. "No início, escrevi um tratamento de cerca de 60 páginas, mas achei que não ia dar
me impunha muitas restrições. Eu queria mostrar o rosto das meninas, e o documentário não me permitia fazer isso". Assistindo a documentários e filmes sobre o tema, Rudi se deparou com Iracema, Uma Transa Amazônica, clássico de Orlando Senna e Jorge Bodanzki, filme que apresenta uma mistura singular de
abordagem documental e ficção. "No contexto do cinema brasileiro, só tinha o Iracema sobre esse assunto. Revi o filme, e me chamou a atenção essa forma de misturar o documental com o real", diz Rudi. "Me interessava também trazer um outro elemento, um diálogo com o cinema de entretenimento. Era aquilo que se
falava então do Cidade de Deus, a expressão 'pipoca engajada'. O desafio de todo o trabalho de criação de Anjos do Sol está na busca do equilíbrio entre o cinema autoral e o cinema de entretenimento”.
Anjos do Sol fala sobre o mundo da prostituição infantil no Brasil, através da história de Maria – uma menina de doze anos de idade que é vendida pelos pais, e cruza o Brasil numa longa jornada, forçada a se prostituir para sobreviver enquanto busca um futuro melhor

Galera Para o diretor Christophe Gans, o apelo em fazer o filme Terror
“Terror

Galerinha o primeiro filme levou para as telas o mundo underground dos carros envenenados americanos e das perigosas corridas nas ruas da “Cidade dos Anjos”. O segundo contou uma história de lavagem de dinheiro em Miami e homens apostando fortunas nos melhores corredores disponíveis. Agora, no mais recente filme dessa franquia sobre velocidade e adrenalina e que já acumulou mais de US$ 443 milhões em bilheteria no mundo todo, as mais novas e rápidas máquinas customizadas disputam corridas entre si em alguns dos trajetos mais perigosos do mundo — a cidade pós-moderna de Tóquio, no Japão. Mas, desta vez, os jovens mostram seus talentos numa nova forma de arte automotiva de dirigir: o drift, uma técnica japonesa que combina velocidade ousada com a habilidade de controlar uma máquina preparada para perder o controle. Ao contemplarem a idéia de retornarem a este mundo de carros velozes e atitudes audaciosas, os realizadores de VELOZES E FURIOSOS: DESAFIO EM TÓQUIO sabiam que tinham que manter a característica singular da franquia: pessoas mal-compreendidas, à margem da sociedade, que são atraídas para o mundo de carros fantásticos — uma metáfora para a perda de controle num mundo insano. Para o produtor e dono da Original Film, Neal H. Moritz, produzir o terceiro filme dessa série extremamente popular garantiu aos fãs um olhar original sobre a cultura de corredores de rua que continua a atrair público no mundo inteiro. Neal H. Moritz observa: “Só faríamos outro filme se tivéssemos algo novo para contar, e quando apareceu a idéia de Tóquio — o berço de um novo estilo de corrida — percebi que havia chegado o momento. Quando vi as filmagens dessas corridas, logo me interessei. Você entra numa espécie de transe ao observar esse caos controlado, onde o importante é derrapar nas curvas, mas sem bater
Os cineastas quiseram ousar quando chegou a vez de “escalar” os carros, e se utilizando do velho método de convocação, foram agraciados com um número recorde de orgulhosos proprietários que se apresentaram com a nova geração de carros customizados, singulares e surpreendentes. Quase 250 veículos foram usados em todas as filmagens nos Estados Unidos e no Japão. O Mitsubishi Evolution 9 vermelho, universalmente conhecido como EVO, foi convertido para o drift, numa cortesia da Millen e de sua equipe de mecânicos, que ajudaram a modificar vários carros de acordo com as necessidades das seqüências. Nenhum outro carro define seu dono melhor que o Veilside Mazda RX-7 94 laranja e preto dirigido por Han, o “patrocinador” do ingênuo Sean. Todo customizado pela Veilside, uma das principais lojas japonesas do ramo, o automóvel, junto com seus cinco clones idênticos, permitiram um olhar mais sofisticado nos carros de alta-performance do filme.

Galera a Walt Disney registrou um aumento de 39% de seu lucro durante o segundo trimestre de 2006, saltando de US$ 811 milhões (alcançado no mesmo período do ano passado) para US$ 1,1 bilhão. O excelente desempenho foi impulsionado pelo sucesso do longa-metragem de animação “Carros’’, pelas vendas do DVD de “As Crônicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa’’, além de resultados obtidos em outros segmentos da companhia, como os parques temáticos e os produtos licenciados”“. O blockbuster “Piratas do Caribe – O Baú da Morte’’, que quebrou vários recordes, também ajudou com as vendas de ingresso antecipado pela internet e vendas de merchandise – apesar de ter sido lançado depois do período”.

Galerinha O que você faria se pudesse controlar toda a sua vida ao click de um único botão? Esta é a idéia deste criativo roteiro que surgiu de uma situação engraçada. Cansado de discutir com a namorada, o roteirista Steve Koren pegou o controle remoto, apontou em sua direção e apertou o botão “mute”. Bem, segundo ele, não foi o fim da discussão, mas o início de um divertido roteiro.
Mesclando comédia com algumas pitadas de dramaticidade, bem light, Adam Sandler é Michael Newman, um arquiteto que vive para o trabalho. Casado com Donna (Kate Beckinsale) e pai de dois filhos, ele quase não encontra tempo para se divertir com a família. E sua vida começa a mudar quando certa noite, Michael ganha de Morty (o sempre carismático Christopher Walker), funcionário da loja Cama, Banho & Além, um controle remoto universal.
Com ele, Michael consegue controlar não apenas a TV, mas toda a sua vida. Descobre que pode abafar o som dos latidos do seu cachorro e até a voltar ou adiantar o tempo, poupando-se de situações chatas. Mas o que parece ser algo bom, tornar-se um pesadelo. Sem controle, o aparelho passa a programar as situações pelas quais Michael deve passar, e não o inverso.
Dirigido por Frank Coraci, parceiro de Sandler em “Afinados no Amor” e “O Rei da Água”, CLICK é um filme que flui com facilidade e consegue manter o ritmo. Como sessão pipoca é um bom divertimento.
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