Warner nega plágio em Syriana

Galera Nesta segunda-feira, os advogados da Warner e da Section Eight, produtoras do filme Syriana – A Indústria do Petróleo negaram perante a justiça da França as acusações de plágio feitas pela jovem escritora francesa Stéphanie Vergniault que considera que a obra é uma cópia de um roteiro seu.

Patrick Dunaud é um dos advogados do estúdio Warner e da Section Eight, a produtora do ator George Clooney e do cineasta Steven Soderbergh. Ele afirmou que são duas obras que não têm nada parecido.

Outra defesa vem da advogada Natacha Levine dizendo que o roteiro do longa-metragem, com um enredo sobre interesses petroleiros, estava pronto muito antes do escrito por Stéphanie Vergniault, especialista em geoestratégia política, chamado Oversight.

A escritora afirma que a Warner obteve seu roteiro por meio de um grupo canadense, ao qual o enviou em 2004 para que pudessem produzí-lo. A escritora exige receber €2 milhões e 35% da bilheteria total do filme dirigido por Steph.

X-Men: O Confronto Final

Galera O tão aguardado terceiro capítulo de X-Men certamente empolgará aos fãs da série, mas também deixará, ao final, boa parte do público com uma sensação de vazio.

O motivo é que, como anunciado no título, os mutantes do bem e “do mal” desta vez realmente partem para a batalha e, como em toda guerra, há perdas para ambos os lados: não só alguns personagens morrem como outros perdem seus poderes.

Portanto, apesar desta seqüência ter suas qualidades, vá para o cinema preparado para deixar a sala cabisbaixo. Dirigido por Brett Ratner (dos filmes “A Hora do Rush” e “Dragão Vermelho”) - já que Bryan Singer, diretor dos dois primeiros longas abandonou a cinessérie para cuidar de “Superman – O Retorno” - este terceiro X-Men capricha nas cenas de ação, mas sai perdendo em profundidade na comparação com o primeiro – e principalmente – com o segundo filme.

Falta a Ratner o carinho pelos personagens que sobrava em Singer, e isso fica nítido no roteiro mais raso e no pouco aproveitamento de alguns mutantes. Os esperados Fera e Anjo, por exemplo, têm muito pouco espaço na trama.

Além de não se aprofundar nos aspectos psicológicos dos X-Men, Ratner ainda inseriu no longa as desprezíveis frases de efeito dos filmes hollywoodianos, um recurso detonador de risos na platéia, mas que também ajuda a deixar o produto final com cara de enlatado.

Falhas à parte, o novo diretor consegue ao menos manter vivo o interesse da platéia desde a primeira cena, quando, rejuvenescidos digitalmente, Xavier e Magneto visitam a casa da então garota Jean Grey para levá-la ao colégio de superdotados. Como se sabe, a heroína já adulta teve um fim trágico no segundo filme e, neste terceiro, renasce extremamente.

Poderosa e com personalidade dupla, dando vida à perigosa Fênix Negra.

Não bastasse ter de lidar com os perigos da segunda face de Jean, os X-Men são surpreendidos com uma intrigante novidade: uma substância criada pelo governo com o poder de “curar” mutações. A “cura” termina por causar uma nova – e definitiva - guerra entre os mutantes rivais. Enquanto o time de Charles Xavier renega a “cura”, mas respeita o direito de cada um de recorrer a ela ou não, o grupo liderado por Magneto acredita ser esta apenas mais uma manobra do governo para enfraquecer a raça e, então, liquidá-la.

A trupe do mal decide, então, destruir o laboratório fabricante da substância e capturar o ser que possibilitou o seu surgimento. Naturalmente, a missão encontrará a resistência dos demais X-Men, desta vez liderados por Tempestade e Wolverine.

O ponto alto de X-Men III fica mesmo para os momentos finais, envolvendo batalhas entre os mutantes de ambos os lado e efeitos especiais que superam os dos filmes anteriores – com destaque para o arrancamento da Ponte Golden Gate, de San Francisco.

Ratner pode nunca alcançar o brilhantismo dos filmes anteriores de Singer, mas sem dúvida sabe conduzir bem as cenas de ação.

O desfecho, entretanto, torna praticamente impossível a existência de um quarto X-Men, ao menos com o atual nível de qualidade e os mesmos mutantes. Isso não impede, claro, que certos personagens ganhem filmes solo no futuro, como já está sendo anunciado no caso de Wolverine.

Ah, e atenção: permaneça na sala após os créditos finais, pois o longa reserva uma cena-surpresa ok.

Sucesso de 'Código da Vinci' garante 'Anjos e Demônios' nas telas

Galerinha Mesmo sendo considerado a maior bomba do ano pela crítica, 'O Código da Vinci' arrecadois mais de 224 milhões de dólares em apenas três dias no mundo inteiro. Sabe o que isso significa? Que 'Anjos e Demônios' vem aí! O vice-presidente da Sony Pictures, Jeff Blake, revelou ao Times On-line irá adaptar 'Anjos e Demônios' como se fosse uma seqüência à 'O Código Da Vinci'. Tom Hanks deve voltar a viver o simbologista Robert Langdon, personagem dos dois livros e herói do próximo romance de Brown. "Queremos sim filmar 'Anjos e Demônios'. Esperamos que a nossa relação com Dan Brown seja bastante longa e que este possa ser nosso próximo filme juntos", revelou Blake após receber os dados da arrecadação de da Vinci. Antes de decifrar 'O Código da Vinci', Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima - um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião.

Julia Stiles revelou detalhes de 'O Ultimato Bourne'

Galerinha Finalmente o recheio de 'O Ultimato Bourne' começou a ser preparado. Durante entrevista promovendo 'A Profecia', a atriz Julia Stiles revelou ao Coming Soon que estará no elenco. A atriz que viveu Nicky nos dois primeiros longas da série deverá ter um romance com Bourne no terceiro filme.

“Atualmente o filme está passando por tantas modificações no roteiro. Eu acho que tive sorte de não morrer no último, mas não sei se neste serei boa ou má” revelou. Segundo ela, o mistério da trilogia tem sucesso pelo fato de que, a cada filme, personagens que eram pouco importantes ganham novas dimensões. “Você percebe que eles são muito mais significantes na medida em que a trilogia continua?” O diretor Paul Greengrass irá retornar à série após dirigir o segundo filme da franquia

O Código da Vinci

 

Bem Galerinha como todas as adaptações literárias, essa irá se dividir em dois públicos: os que leram à obra 'O Código da Vinci', e os que não.

Para quem não leu o livro, o filme irá parecer corrido demais em alguns aspectos, e arrastado demais em outros. Ron Howard, o diretor, já pode ser caracterizado por um estilo próprio: uma direção suave, sem ponto de vistas, arrastando a trama e tentando dar vida aos personagens. Foi assim que ele recriou 'Uma Mente Brilhante', e assim ele também deixa sua marca em 'O Código da Vinci'.

O grande problema não está na película em si, mas sim na adaptação: os fãs encontraram no livro uma história inovadora e bem amarrada, algo que se perde em uma produção Hollywoodiana. Os que não leram o livro foram sugados por uma campanha de Marketing arrebatadora, esperando demais de um produto que não se demonstra tão grandioso assim.

O Código da Vinci tornou-se um fenômeno global, e apresentou a milhões de leitores um mundo misterioso onde Leonardo da Vinci codificou significados ocultos nos seus quadros; símbolos estranhos estão esculpidos numa remota capela escocesa; e a Igreja Católica e uma antiga sociedade secreta continuam a travar uma batalha velha de séculos para obterem o controle do derradeiro prémio: o Santo Graal. O filme trata da morte misteriosa do curador do Louvre, que pertencia ao Priorado de Sião, uma sociedade secreta, e guardava o segredo do Santo Graal e de mensagens cifradas sobre o assunto que estariam nas obras de Leonardo da Vinci. Este não seria um cálice (como se buscava na Idade Média), mas a própria Maria Madalena, que teria casado com Jesus e constituído uma linhagem carnal. A partir deste assassinato se desenvolve toda a trama.

Tom Hanks como sempre se destaca na produção, dando uma interpretação categórica e bem desenvolvida, mas já nos brindou com interpretações mais decentes, ficando atrás de seu verdadeiro talento. Audrey Tautou, em seu primeiro grande trabalho Hollywoodiano, dá conta do recado, mas ainda assim já conseguiu ser mais talentosa e marcante em trabalhos anteriores. A maior interpretação pode ser dada ao veterano Sir Ian McKellen, que parece impor respeito toda vez que entra em cena.

As obras e paisagens também ganham um destaque, afinal, não podemos realmente ver o que está acontecendo quando lemos o livro. E viajar dentro do belissímo Museu Louvre e conferir as grandes obras lá presentes é uma dádiva ao público. Ele acaba se tornando um protagonista.

No final, 'O Código da Vinci' é um blockbuster gigantesco, bem produzido, de grande qualidade. Mas infelizmente ainda é inferior ao livro, ou até mesmo ao fenomeno que o livro causou pelo mundo.

Galera Seqüência de 'Constantine' sai ou não?

Galerinha Estreando em breve nos cinemas com o romance 'A Casa do Lago' (ao lado de Sandra Bullock), Keanu Reeves está correndo atrás da seqüência de 'Constantine'.

O ator quer retornar ao papel principal da adaptação, já que o primeiro filme fez grande sucesso. A Warner Bros. Ainda está em dúvida se irá ou não realizar a seqüência.

Além de Reeves, o ator Djimon Hounson também demonstrou interesse pela franquia.

"Eles têm conversado sobre isso... Tenho ouvido boatos, mas como vocês sabem, são apenas boatos".

 No filme, Hounson interpretou o misterioso feiticeiro Papa Midnite. O ator acrescentou ainda que está ansioso para revisitar seu assustador personagem no futuro.

O filme custou ao estúdio US$ 100 milhões e faturou US$ 229,5 milhões nos cinemas de todo o mundo

'Jogos Mortais III' estréia no Halloween

Galera Como o Cinematotall já havia divulgado no último mês (mas a mídia o divulgou somente hoje), a estréia americana de 'Jogos Mortais 3' irá ocorrer no Halloween, dia 31 de outubro, uma terça-feira. Segundo o The Hollywood Reporter, o estúdio vai investir pesado em publicidade, inclusive haverá o lançamento, no começo do mês, em DVD de Jogos Mortais 1 e Jogos Mortais 2 nas versões dos diretores. O orçamento também será superior: é estimado US$ 10 milhões. O Orçamento dos dois primeiros filmes juntos não chegam a isso. Os dois novos protagonistas serão Lynn e Jeff. Lynn é uma mãe casada de trinta e poucos anos que esconde segredos de sua família. Jeff é um pai que nunca conseguiu se perdoar pela morte acidental do filho. Dina Meyer retorna ao elenco, no papel da oficial Kerry. Tobin Bell irá reprisar seu personagem 'John Kramer' (também conhecido como 'Jigsaw') e Shawnee Smith, como Amanda. Darren Lynn Bousman continua na direção em 'Jogos Mortais 3'. O cineasta, que comandou o filme anterior da série, vai novamente trabalhar com um roteiro escrito por Leigh Whannell, que também escreveu o filme original.

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