
Galera Imagine os dois maiores comediantes da atualidade em uma comédia! Você terá 'Used Guys', filme estrelado pelos dois mais conhecidos atores do gênero: Jim Carrey e Ben Stiller . O filme, roteirizado por David Guion e Michael Handelman, se passará em uma sociedade futurística governada por mulheres onde homens são clonados e vendidos como carros. A história acompanhará dois clones que, ao serem abandonados por modelos superiores, decidem ir à procura do sentido perdido da raça masculina. Além dos dois astros, o filme também conta com a presença de Emily Mortimer, como Michelle, uma das poucas mulheres que não aderiu à idéia de comprar robôs, porém, mesmo relutante, adquire o personagem de Stiller. Jay Roach irá dirigir o projeto (o diretor já trabalhou com Stiffler em 'Entrando Numa Fria'). A estréia está prevista para o início de 2007.

Galera após o anúncio oficial do início da produção de 'Treze Homens e Mais um Segredo' com o retorno de todo o elenco (com excessão das presenças femininas de Julia Roberts e Catharine Zeta-Jones), parece que o elenco irá sofer mais um poderoso desfalque. Brad Pitt parece não estar interessado em retornar ao projeto. Depois de estrelar os dois primeiros filmes da série, o ator ainda não assinou contrato com o estúdio de produção, embora os colegas de elenco George Clooney e Matt Damon já confirmaram presença. O longa, que começa a ser gravado nas próximas semanas, está preocupando os produtores, que já elaboraram um roteiro com a participação de Pitt. No entanto, o ator parece estar mais interessado em sua "função" de pai. Segundo o site Famestatic, George Clooney é um dos atores que espera ansioso pela confirmação de Pitt. Ele estaria nervoso com as aproximações das gravações e teme que o terceiro filme não faça tanto sucesso quanto os anteriores. Ainda se sabe pouco sobre o enredo, mas, segundo a Variety, a Warner Bros. Revelou que Al Pacino vai interpretar Willie Banks, o proprietário de um hotel-cassino luxuoso
O lançamento do filme está marcado para 8 de junho de 2007.

Galerinha a indicada ao Oscar deste ano(por 'Capote'), Catherine Keener , e a novata estrela de 'X-Men: O Confronto Final', Ellen Page, irão atuar no thriller independente e cruel 'The Basement'. A história é baseada em um caso real que espantou os Estados Unidos em 1965. Uma dona de casa, mãe de sete filhos, aprisionou, torturou, violentou e matou, com a ajuda dos filhos, a adolescente Sylvia Likens, que havia sido deixada na casa pelos pais enquanto eles faziam à turnê do circo familiar. Dirigido por Tommy O'Haver, o longa começa a ser filmado no final deste mês,

Galera realizar continuações que mantenham o ritmo – ou até superem o filme original - soa como missão impossível para muitos cineastas. Não para o diretor estreante no cinema J.J. Abrams, criador de dois dos maiores sucessos da TV: Lost e Alias. À frente de “Missão Impossível III”, Abrams deixa comendo poeira John Woo, responsável pelo segundo filme da série, e entrega uma fita ainda melhor que a primeira, de Brian de Palma.
Para alcançar o resultado, o diretor (também co-autor do roteiro) apostou em um enredo simples – que não deixará ninguém quebrando a cabeça para montá-lo - mas altamente eficiente. Devidamente alimentado por premissas críveis, o espectador praticamente não terá tempo de descansar da ação muito bem orquestrada em locais como o Vaticano e a deslumbrante Xangai, na China.
Outro mérito do filme é imprimir um caráter mais pessoal ao personagem Ethan Hunt (Tom Cruise, também produtor da fita). Do eficiente prólogo – uma maneira acertadíssima de começar o filme já em 220 volts – ao desenrolar de toda a trama, o agente, bem como toda sua fiel equipe, está às voltas com questionamentos mais humanos. Agora, Hunt está noivo de uma pediatra e descobre as dificuldades de manter sua profissão secreta enquanto precisa viver dentro das regras de um relacionamento comum. É quando o agente é chamado para mais uma missão: resgatar uma colega de trabalho, a bela Keri Russell (de “A Outra Face da Raiva”), aprisionada por um perigoso traficante internacional (o excelente Philip Seymor Hoffman, ganhador do Oscar de melhor ator deste ano por “Capote”).
Para o trabalho, Hunt chefiará uma equipe composta por Ving Rhames , Jonathan Rhys Meyers (protagonista do mais recente filme de Woody Allen, “Ponto Final”, ainda em cartaz) e a estreante nas telonas Maggie Q. Tenso, o resgate será apenas o primeiro desafio do grupo, em uma trama repleta de momentos empolgantes como há tempos não se via nos filmes de ação.
Destaque para a presença de Laurence Fishburne , como o chefe da agência secreta, e do inglês Simon Pegg (do já cult “Todo Mundo Quase Morto”), como um especialista em tecnologia de espionagem.
Tom Cruise anda afirmando que a cinessérie Missão Impossível irá parar nesta parte três. Pelo impressionante resultado alcançado com este episódio, deixará saudades.

Galera pelo temática – e até pelo próprio cartaz do filme – é possível que muitos esperem de “Terapia do Amor”, um desenrolar semelhante ao de “A Sogra”, ou seja: mãe possessiva faz de tudo para separar o filho indefeso das garras da “perigosa” namorada. Felizmente, o filme estrelado por Uma Thurman e Meryl Streep segue um caminho bem diferente: consegue ser bem engraçado e, ao mesmo tempo, bastante sincero no desenvolvimento de personagens e sentimentos.
Tudo começa quando a bem-sucedida e recém-divorciada Rafi Gardet , de 37 anos, confidencia a sua terapeuta, a judia Lisa Metzger, estar apaixonada por um rapaz muito mais jovem (Bryan Greenberg, da série de TV One Tree Hill).
A harmonia entre as duas mulheres vai muito bem, até terapeuta descobrir que o rapaz em questão é o seu próprio filho – e na sua concepção, o jovem deveria estar procurando garotas da mesma idade e com a mesma religião. O que se vê a seguir são questões existenciais tratadas com sensibilidade e sempre bom humor: o nascimento de uma paixão entre pessoas completamente diferentes; a constatação de que o amor nem sempre é suficiente para garantir o futuro da relação; e o dilema da terapeuta de continuar ajudando sua paciente, enquanto também se preocupa com o futuro da família.
O mérito desta fita muito bem equilibrada entre a comédia romântica e o drama deve-se ao diretor e roteirista Ben Younger (O Primeiro Milhão). O cineasta, de apenas 32 anos, levou oito anos para concluir o roteiro. Conseguiu construir uma eficiente crônica sobre o início do amor, a importância de todos pesos paralelos (como idade, religião, experiência e cultura), e os desafios que se seguem para alcançar a tão sonhada felicidade

Sem obter sucesso nos cinemas desde o fim da série 'Pânico', Neve Campbell está tentando dar a volta por cima. A atriz se juntou ao elenco de 'Closing the Ring', épico romântico escrito por Peter Woodward e dirigido por Richard Attenborough, onde interpretará a filha da personagem de Shirley MacLaine. O filme acompanhará um atirador que, em 1943, sofre um acidente de avião em uma região próxima à Belfast e pede ao homem que o achou que entregue seu anel à sua namorada, que está nos Estados Unidos. O pedido leva meio século para ser atendido. Shirley MacLaine , Christopher Plummer e Mischa Barton são alguns outros nomes que figuram o elenco do longa, que está sendo filmado no momento.Campbell está com a agenda cheia: este ano estréia o drama 'Partition' e a comédia 'Relative Strangers', e ano que vem está em 'Backstabbers' e 'The Mermaids Singing'

Galera o diretor e co-roteirista J.J. Abrams (roteirista de 'Armageddon' e criador das séries 'Lost' e 'Alias'), assumiu o grande desafio de co-escrever e dirigir 'Missão: Impossível III', uma singular combinação de ação, personagens, comédia e drama. Depois que Brian de Palma e John Woo deixaram suas marcas indeléveis nos dois primeiros filmes da franquia, o ator Tom Cruise e a produtora Paula Wagner procuraram uma voz nova para esta terceira história. J.J. Abrams respondeu imediatamente à oportunidade de dar um novo visual à franquia de 'Missão: Impossível III', como conta: Quando Tom me abordou sobre a direção do filme, eu disse sim antes mesmo de ele fazer a pergunta propriamente dita. Ao que Tom Cruise observa: Fazer um filme 'Missão: Impossível' é uma experiência diferente a cada vez, pois abordamos o personagem de Ethan Hunt de um ponto de vista diferente e, cada missão, sob uma nova perspectiva.
O diretor explica: Desde o início, eu e o Tom queríamos fazer um filme que tivesse uma história pessoal e íntima surpreendente. Quando se fala em 'Missão: Impossível' já sabemos que vamos experimentar situações extremas e cenas de ação incríveis. A nossa idéia era aproveitar a oportunidade e combinar tudo isso com uma história particular, de amor e de relações de amizade reais entre personagens que vamos conhecendo e simpatizando. E com a sorte de termos alguém com o talento de Tom Cruise e dos outros excelentes atores do elenco, conseguimos retratar personagens reais e emocionantes. Para chegar a esse nível, o diretor lembra que fez algumas perguntas cujas respostas identificaram partes do personagem de Ethan Hunt ainda inexploradas: Por exemplo, como é ser um homem que faz o que Ethan Hunt faz? Não queríamos fazer mais um filme sobre um espião, mas contar uma história sobre um homem que é um espião. A produtora Paula Wagner concorda: Ethan Hunt tem uma vida separada do seu trabalho, e isso significa novos conflitos em seu mundo de missões intrigantes. Além de superar os desafios que confrontam a IMF (Impossible Mission Force) a agência de espionagem mais secreta do mundo, este filme focaliza a forma como o agente tem que casar sua vida pessoal com o perigo do seu trabalho. Cruise dá mais detalhes: Achamos que o maior desafio das pessoas está em suas rotinas, em como equilibrar o trabalho com a vida pessoal. Como trabalhar num emprego que você adora e dedicar seu tempo a sua mulher e filhos? Além de ter que equilibrar esses dois mundos, Ethan, por ser espião, tem sua vida familiar afetada
pelo trabalho. Para explorar esse aspecto, os cineastas criaram uma nova vida para Ethan Hunt. Quando o filme começa, ele não está envolvido em trabalho de campo, mas no treinamento de novos agentes. Com essa mudança, suas possibilidades se ampliam, incluindo a idéia de se casar com Julia, interpretada por Michelle Monaghan A produtora Paula Wagner acrescenta: O que diferencia 'Missão: Impossível III' dos dois filmes anteriores é que nós também mostramos mais relacionamentos entre o pessoal da IMF. Ethan e Luther Stickell, interpretado por Ving Rhames, trabalham há muitos anos juntos. Eles têm uma relação baseada numa amizade sólida, que é algo o que exploramos neste filme. A terceira relação-chave é entre Hunt e o vilão, Owen Davian, interpretado pelo ator vencedor do Oscar Philip Seymur Hoffman . J.J. Abrams revela que os roteiristas tomaram um cuidado especial para criar um vilão à altura de Ethan Hunt; é a primeira vez que o agente tem um adversário tão assustador, inteligente e misterioso quanto o personagem interpretado por Philip Seymour Hoffman, que explica: Ele não é apenas um vilão, mas um psicopata. Nunca havia feito um filme de ação antes, apesar de sempre ter sonhado

Star Wars não acabou com a ascensão do vilão Darth Vader em 'Episódio 3 - A Vingança dos Sith'. O produtor da série, Rick McCallum, revelou que novos filmes da série Star Wars irão ser feitos. Segundo ele, nenhum filme novo de Star Wars vai focar os personagens clássicos da trama como Luke Skywalker ou Darth Vader. A idéia é mostrar histórias ambientadas no mesmo universo, só que com outros heróis de protagonistas. Como novidade imediata, a empresa LucasFilms também pretende lançar uma versão remasterizada dos antigos Star Wars para o cinema em três dimensões, que vai receber uma tecnologia atualizada a partir do ano que vem

Galera entre as décadas de 70 e 90, o diretor Richard Donner era um dos grandes nomes por trás dos blockbusters. São dele, por exemplo, Superman, a série Máquina Mortífera, Os Goonies e Ladyhawke - O Feitiço de Áquila. Após anos em marcha lenta (seu trabalho mais recente foi o fraco “Linha do Tempo”, de 2004) Donner tenta revitalizar sua carreira com este “16 Quadras”, estrelado por Bruce Willis (que foi envelhecido para o papel).
Surpreendentemente, a fita funciona como uma boa mistura de suspense e policial até um pouco depois da metade. Infelizmente, porém, perde o ritmo e cai na pieguice perto da meia hora final, resultando assim em apenas mais uma produção mediana.
Willis interpreta o convalescente policial Jack Mosley, que por problemas de alcoolismo foi tirado das ruas para desempenhar apenas funções burocráticas. Isso até ser convocado para escoltar o criminoso falastrão (e irritante) Eddie Bunker (Mos Def, também cantor de hip pop) que precisa sair da cadeia para depor no tribunal. O trabalho é dos mais simples: percorrer 16 quadras, o que tomaria apenas 15 minutos de carro.
Ocorre que o tal preso irá depor justamente contra os policiais corruptos de Nova York, e assim que põe o pé na rua, passa a ser perseguido pelos mesmos – alguns deles velhos conhecidos de Mosley.
O jogo de gato e rato funciona bem nos primeiros momentos da fita, pois Donner recorre a dois recursos que vêm dando certo na série “24 Horas”: a história passa-se praticamente em tempo real e alguns mistérios demoram para ser revelados. No momento final, porém, quando o roteiro expõe mais detalhes, a trama perde veracidade e, conseqüentemente, empolgação. Restará ainda ao espectador agüentar o final piegas, tão comum aos filmes norte-americanos atuais.
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